Seguidores

segunda-feira, 22 de junho de 2020

ESTUDO DA DOUTRINA ESPÍRITA – PARTE 101

- O LIVRO DOS ESPÍRITOS – 
- LIVRO TERCEIRO – AS LEIS MORAIS – 
- CAPÍTULO IV – LEI DE REPRODUÇÃO – 
- III OBSTÁCULOS À REPRODUÇÃO – 
IV – CASAMENTO E CELIBATO 
V - POLIGAMIA 
(Questões 693 a 701) 

Resolvemos, para fins meramente didáticos, ao discorrer do tema deste Capitulo IV, reunir os itens III a IV por entender que objetivam a mesma finalidade consubstanciada no ensinamento dos Espíritos. 

O tema central do capítulo é a Lei Natural de Reprodução, abordando primeiro todos os seres vivos e em seguida trata da raça humana. Especificamente os Espíritos vão abordar a união de dois seres pelo casamento, a poligamia e a reprodução contida pelos obstáculos colocados pelas leis e costumes humanos. 

Quanto ao casamento dois pontos são importantes: a união e a separação. A união, ao seu turno, faz parte do progresso da humanidade. Abolir o casamento é o retorno à vida dos animais. Mas, essa união não é absoluta e permanente, podendo ser dissolvida. O que é contrário às Leis Naturais e tornar o casamento absolutamente indissolúvel. Essa situação pertence ao campo das leis puramente humanas, portanto, mutáveis. 

Se a união de dois seres pertence ao campo das leis naturais, com a poligamia não se dá o mesmo. A abolição da poligamia marca o progresso da civilização. A finalidade da união é alcançar a verdadeira afeição, o que não ocorre na poligamia que não passa de sensualidade. 

Importa recordar que a encarnação dos seres humanos depende da anterior união de dois seres que, reproduzindo-se, permitirão a ocorrência da encarnação do Espírito. Diante disto, tudo que for colocado como obstáculo à marcha da natureza é contrário à lei geral. Todavia, o conhecimento humano gera responsabilidade. A possibilidade de regular a reprodução, pertencendo ao campo do conhecimento adquirido, é um poder que o ser humano deve usar para o bem e não abusar.

Deve, pois, atentar para as necessidades. A ação inteligente do ser humano é uma dádiva de Deus para que, possa restabelecer o equilíbrio. Os animais concorrem para esse equilíbrio usando seu instinto de conservação, se nutrindo de outras espécies animais e vegetais. Os obstáculos à reprodução para fins de satisfação à sensualidade prova a predominância da matéria sobre o Espírito. 

No próximo encontro vamos estudar a LEI DE CONSERVAÇÃO. 

Uberaba – MG, 22 de junho de 2020.
Beto Ramos

OBRAS DA CODIFICAÇÃO - dissertação sobre a autoria


“Os satisfeitos da véspera são os impacientes do dia seguinte”.

Allan Kardec (O Céu e o Inferno)


No prefácio da Obra O Céu e o Inferno ou “A Justiça Divina Segundo o Espiritismo” temos importantes esclarecimentos do senhor Allan Kardec. Porém, em todo estudo sério, principalmente o estudo espírita, é sempre bom ter em mente a advertência esposada pelo Codificador na Introdução ao Estudo da Doutrina Espírita para não infirmar comentários com ideias preconcebidas, verbis: “Para as coisas novas necessitamos de palavras novas, pois, assim o exige a clareza de linguagem, para evitarmos a confusão inerente aos múltiplos sentidos dos próprios vocábulos”.


E assim fez o Codificador do Espiritismo. Vários foram os neologismos criados cujo propósito era não multiplicar as causas já tão numerosas de anfibologia. Mas, a maioria dos Espíritas dá pouca ou nenhuma importância quanto à advertência dos Espíritos Superiores: “Entendei-vos quanto as palavras...”.


Vários são os que afirmam que a “Doutrina Espírita”, incluindo todas as obras da Codificação, foi produto do “ditado” dos Espíritos. Analisando os prolegômenos de O Livro dos Espíritos encontramos a seguinte afirmação: “Este livro é o compêndio dos seus ensinamentos [dos Espíritos]. Foi escrito por ordem e sob ditado dos Espíritos Superiores para estabelecer os fundamentos de uma filosofia racional, livre dos prejuízos de sistema. Nada contém que não seja a expressão de seu pensamento e não tenha sofrido o seu controle”. Além disto, Kardec esclarece quais Espíritos concorreram para a realização de tal obra.


Interessante notar as expressões “este livro” e “esta obra”, bem como o objetivo declinado: “estabelecer os fundamentos de uma filosofia racional”. O que dizem estas expressões? Que os Espíritos são autores da Doutrina Espírita ou de uma Filosofia Racional? Eis as questões. Há mais! A mensagem dos Espíritos dirigida a Allan Kardec trata de todo o acervo de livros escritos por Kardec, de todas as obras que compõem o número das fundamentais ou somente daquele livro específico?


Uma advertência nessa mensagem chama a atenção: “A vaidade de certos homens, que creem saber tudo e tudo querem explicar à sua maneira, dará origem a opiniões dissidentes”.


De volta à obra O Céu e o Inferno, quanto ao tema, “autoria”, o que encontramos? O Codificador fala sobre autoria e conteúdo das Obras Fundamentais do Espiritismo.


O LIVRO DOS ESPÍRITOS: a pedra angular do edifício que contém as bases fundamentais do Espiritismo, todos os princípios da doutrina e os que devem constituir o seu coroamento.


Mas, há uma observação que nos aponta uma reflexão: “mas era necessário dar-lhes os desenvolvimentos, deduzir-lhe todas as consequências e todas as aplicações, à medida que se desenrolavam pelo ensino complementar dos Espíritos e por novas observações”.


Por desenvolvimento compreendemos o estudo dos temas de modo peculiar e específico. Dedução é a inferência lógica de um raciocínio, trabalho intelectual de Allan Kardec por meio do qual buscava a verdade sobre certas proposições. A observação é o trabalho do cientista pesquisador (Allan Kardec).


Perceba que diferem os trabalhos desenvolvidos em O Livro dos Espíritos, em O Livro dos Médiuns e em O Evangelho Segundo o Espiritismo. O Codificador afirma que os “pontos de vista” foram distintos. Mas, a pergunta é objetiva: a autoria é de...


Vejamos o que escreve Allan Kardec no prefácio da Obra o Céu e o Inferno:


“A primeira parte desta obra, intitulada Doutrina, contém o exame comparado de diversas crenças sobre o céu e o inferno, os anjos e os demônios, as penas e recompensas futuras; o dogma das penas eternas aí é encarado de maneira especial e refutado por argumentos tirados das mesmas leis da natureza e que lhes demonstram não só o lado ilógico, já centenas de vezes assinalado, mas a sua impossibilidade material. [...] A segunda parte encerra os exemplos em apoio da teoria, ou melhor que serviram ao estabelecimento da teoria. [...] Cada um desses exemplos é um estudo em que todas as palavras tem o seu alcance para quem quer que as medite com atenção [...]. Nesses exemplos, em maioria tomados de fatos contemporâneos, dissimulamos os nomes próprios, sempre que julgamos útil, por motivos de conveniência fáceis de apreciar”.


É preciso atentar para o que diz o senhor Allan Kardec sobre O Evangelho Segundo o Espiritismo:

“Para evitar esses inconvenientes, reunimos nesta obra os trechos que podem constituir, propriamente falando, um código de moral universal, sem distinção de cultos. Nas citações, conservamos tudo o que era de utilidade ao desenvolvimento do pensamento, suprimindo apenas as coisas estranhas ao assunto. Além disso, respeitamos escrupulosamente a tradução de Sacy, assim como a divisão por versículos. Mas, em vez de nos prendermos a uma ordem cronológica impossível, e sem vantagem real em semelhante assunto, as máximas foram agrupadas e distribuídas metodicamente segundo a sua natureza, de maneira a que umas se deduzam das outras, tanto quanto possível”.


Pensamos ser útil refletir acerca das expressões: reunimos, conservamos, respeitamos, nos prendermos, as máximas foram agrupadas e distribuídas. Kardec está falando do trabalho de quem? Dele próprio, ainda que remetendo a ideia na terceira pessoa do plural (presente e passado) com a ocultação do "sujeito".


Não menos importante é a afirmação seguinte:

“Esse seria apenas um trabalho material, que por si só não teria mais do que uma utilidade secundária. O essencial era pô-lo ao alcance de todos, pela explicação das passagens obscuras e o desenvolvimento de todas s suas consequências, com vistas à aplicação às diferentes situações da vida. Foi o que procuramos fazer, com a ajuda dos bons Espíritos que nos assistem”.


Allan Kardec, com humildade, fala do próprio trabalho (apenas um trabalho material). Não seria respeitoso o fazer referindo-se ao trabalho dos Espíritos. E mais, afirma que o mais importante no trabalho de pesquisa é publicá-lo, isto é, colocá-lo para apreciação geral, a fim de sofrer críticas, análises e estudos.


Não há a menor dúvida, ao nosso sentir, que o autor das obras posteriores ao Livro dos Espíritos, exceto o Livro dos Médiuns, é de Allan Kardec . Para os que usarão a última frase como justificativa do contrário lembre-se que a maioria de nós pede tal assistência em tudo que empreende, e, foi esse o sentido da afirmação do Codificador: com a assistência dos bons Espíritos.


Terminamos, portanto, aduzindo nossa opinião segundo nossos estudos:

1. O Livro dos Espíritos – autoria (ditado) dos Espíritos Superiores com trabalho de organização metodológica de Kardec;

2. O Livro dos Médiuns – autoria (ditado) “em grande parte” dos Espíritos que a reviram e corrigiram com especial cuidado, acrescentando instruções de alto interesse (Introdução ao Livro dos Médiuns).

3. O Evangelho Segundo O Espiritismo – autoria de Allan Kardec.

4. O Céu e o Inferno – autoria de Allan Kardec.

5. A Gênese – autoria compartilhada (verifique, por exemplo, o capítulo "Os Tempos São Chegados") contendo o complemento das anteriores (trazendo um ponto de vista especial), exceto algumas teorias hipotéticas, indicadas como tais, que devem ser consideradas como opiniões pessoais, até que sejam confirmadas ou contraditadas, a fim de que não pese essa responsabilidade sobre a doutrina.


Observação: quanto à obra A Gênese, o Codificador pede muita atenção ao capítulo Caracteres da Revelação Espírita, onde está o nó da questão, isto é, onde explica o Codificador, claramente, qual o papel respectivo dos Espíritos e dos homens na elaboração da nova doutrina.


Entendemos essa afirmação do Codificador um ponto capital para a questão “autoria” da Doutrina Espírita, uma vez que muitos afirmam ser um trabalho eminentemente de origem espiritual, e, em última instância, “obra mediúnica” (quem meditar sobre isto entenderá nossa afirmação). Se o ser humano concorreu junto aos Espíritos para a elaboração da nova doutrina é preciso mais cuidado ao se fazer tábula rasa das ideias preconcebidas quanto à autoria. Indicamos que antes de fazer afirmações categóricas é preciso estudo profundo de todas as questões, examiná-las sem o espírito de sistema, permitindo-se errar. É por isso que começamos o texto dizendo que “a nosso sentir” a autoria é de... Talvez alguém possua melhores argumentos, aos quais sempre estaremos abertos, pois, por aqui...


Debateremos, mas, não disputaremos!

Uberaba-MG, 22 de junho de 2020
Beto Ramos

quinta-feira, 18 de junho de 2020

O Espiritismo e a oposição da ciência: a descontrução do argumento válido. Por Allan Kardec.


Neste texto apresentamos um resumo sobre a oposição das corporações científicas à época de Kardec usada como argumento válido contra o Espiritismo e a descontrução do mesmo por Allan Kardec.

A – OPOSIÇÃO DAS CORPORAÇÕES CIENTÍFICAS:

1. AK fala sobre essa oposição e que muitos acreditam se tratar de forte presunção contrária ao Espiritismo.

1.a. AK demonstra respeito pelos cientistas.

1.b. Diz que levantar a voz contra os sábios é ser um estouvado (imprudente, que age sem pensar, leviano, inconsequente, descuidado).

1.c. AK estima os sábios.

1.d. ADVERTE: fica honrado em ser contado no número dos sábios.

1.e. OPOSIÇÃO DESSAS CORPORAÇÕES: apenas uma opinião.

 

B – MÉTODO – OBSERVAÇÃO DOS FATOS

2. Sair da observação material dos fatos, apreciando-os e explicando-os segundo a própria ideia ou opinião é imprudência.

2.a. Opiniões são aceitas, rejeitadas, contraditórias, repelidas como erros absurdos e depois proclamadas como verdades incontestáveis.

2.b. ADVERTÊNCIA (AK) - O único critério verdadeiro para julgar os fenômenos: argumento sem réplica (incontestável); Quando não houver fatos observáveis, a dúvida é a opinião do homem prudente.

 

C – PRINCÍPIOS NOVOS / COISAS DESCONHECIDAS

3. Sobre coisas evidentes, no âmbito de sua especialidade, a opinião dos sábios é digna de fé; seu conhecimento não é vulgar.

3.a. Sobre coisas desconhecidas, mesmo os sábios, não fazem mais que sustentar hipóteses.

3.b. O sábio está mais propenso ao preconceito por querer subordinar tudo ao ponto de vista de sua especialidade.

3.c. A opinião de um sábio sobre sua especialidade, tal como a do físico sobre a força elétrica, a de um mecânico sobre a força motriz, traz confiança.

3.d. A opinião negativa de um sábio sobre o Espiritismo tem o mesmo valor daquela de um arquiteto sobre questões de música.

 

D – OBJETO DE PESQUISA DA CIÊNCIA TRADICIONAL E OBJETO DE PESQUISA DO ESPIRITISMO

4. As ciências comuns se apoiam nas propriedades da matéria, que podem ser experimentadas e manipuladas à vontade; Os fenômenos espíritas se apoiam na AÇÃO DE INTELIGÊNCIAS que tem vontade própria, não estão submetidas à vontade do observador e não podem ser manipuladas livremente pelo observador; Em ambos os casos as observações devem ser diferentes.

4.a. Para se observar os fenômenos no Espiritismo são necessárias condições especiais e um modo diferente de encarar a AÇÃO DAS INTELIGÊNCIAS que estão por trás dos fenômenos espíritas.

4.b. O erro da ciência tradicional começa quando se quer submeter coisas novas, princípios novos, a processos comuns e estabelecer analogias que não existem.

4.c. A CIÊNCIA TRADICIONAL É INCOMPETENTE PARA SE PRONUNCIAR SOBRE A QUESTÃO DO ESPIRITISMO, NÃO LHE CABENDO OCUPAR-SE DO ASSUNTO. QUALQUER PRONUNCIAMENTO QUE QUE SEJA NÃO TEM NENHUM PESO.

 

E – A BASE DO ESPIRITISMO: existência da alma e o seu estado após a morte

5. O Espiritismo é o resultado de uma convicção pessoal do indivíduo.

5.a. A ciência tradicional quer encontrar a alma segundo os critérios que regem a matéria

5.b. O anatomista disseca o corpo humano com seu bisturi, procura, mas, não a encontra como encontra um nervo; Não a vê dissipar-se como um gás e conclui: a alma não existe.

5.c. Se os sábios não aceitam o Espiritismo, nenhum Espírita deve desviá-los de seu caminho para que se ocupem de “coisa estranha”.

5.d. O Espírita não se preocupa com os que zombam; Em 1752 uma assembleia de sábios zombou de Franklin quando este lhes apresentou seu relatório sobre o para-raios; A França, do mesmo modo, perdeu as vantagens da navegação a vapor por declarar o sistema de Fulton impraticável. Todas essas questões eram de alçada da ciência comum.

 

F – O CONHECIMENTO NÃO ESTÁ SOB O JUGO DAS CATÉDRAS ACADÊMICAS

6. Não é preciso diploma oficial para ter bom-senso.

6.a. Fora das cátedras acadêmicas não existem somente tolos e imbecis.

6.b. Os fatos espíritas estão fora do domínio das leis humanas, escapa à competência da ciência material, não pode ser explicados por números e nem por forças mecânicas.

6.c. O Espiritismo é todo um estudo novo, que não pode ser feito através de ideias preconcebidas.

6.d. O ser humano que considera sua razão infalível está bem próximo do erro; Muitos indivíduos possuem ideias falsas apoiados na razão; por esse motivo rejeitam tudo QUE LHES PARECE IMPOSSÍVEL.

6.e. Aquilo que muitos chamam razão não passa de orgulho mascarado; Quem se julga infalível coloca-se igual a Deus.

6.f. O ESPIRITISMO É DIRIGIDO ÀS PESSOAS QUE SÃO BASTANTE PONDERADAS PARA DUVIDAR DO QUE NÃO VIRAM; QUE, JULGANDO O FUTURO E O PASSADO, NÃO ACREDITAM QUE O SER HUMANO CHEGOU AO TOPO E NEM QUE A NATUREZA LHE TENHA VIRADO A ÚLTIMA PÁGINA DO SEU LIVRO.

Para nossa reflexão informamos que desde as primeiras observações Kardec fazia advertências dessa natureza, como é o caso dos esclarecimentos dados no seu primeiro artigo sobre manifestações físicas na Revista Espírita de 1858 em que asseverou:

"Sem dúvida perguntarão como pode essa mão ter a mesma força, tanto no estado vaporoso invisível quanto no estado tangível. E por que não? Não vemos o ar derrubar edifícios, o gás lançar projéteis, a eletricidade transmitir sinais e o fluido do ímã levantar massas? Por que a matéria eterizada do perispírito seria menos poderosa? Não a queiramos submeter às nossas experiências de laboratório e às nossas fórmulas algébricas; sobretudo por havermos tomado os gases como termo de comparação, não lhes vamos atribuir propriedades idênticas, nem computar suas forças como calculamos a do vapor. Até o momento ela escapa a todos os nossos instrumentos; é uma nova ordem de idéias que está fora da alçada das ciências exatas; eis por que essas ciências não nos oferecem aptidão especial para as apreciar".

Como ainda há campo para estudarmos Doutrina Espírita, é bom recorar que em O Livro dos Médiuns Kardec falando sobre o tema EVOCAÇÃO esclareceu:

343. Os que evocam seus parentes e amigos, ou certas personagens célebres, para lhes comparar as opiniões de além-túmulo com as que sustentavam quando vivos, ficam, não raro, embaraçados para manter com eles a conversação, sem caírem nas banalidades e futilidades. Pensam muitas pessoas, ao demais, que O Livro dos Espíritos esgotou a série das questões de moral e de filosofia. É um erro. Por isso julgamos útil indicar a fonte donde se pode tirar assuntos de estudo, por assim dizer inesgotáveis.

Por isso sempre não nos cançamos de afirmar: ESTUDE E VIVA!

Uberaba-MG, 18 de junho de 2020

Beto Ramos


DESTAQUE DA SEMANA

ESTUDO DA DOUTRINA ESPÍRITA – PARTE 101

- O LIVRO DOS ESPÍRITOS –  - LIVRO TERCEIRO – AS LEIS MORAIS –  - CAPÍTULO IV – LEI DE REPRODUÇÃO –  - III OBSTÁCULOS À REPRODUÇÃO –  IV – C...

MAIS VISITADAS